· Referência à morte de José Afonso Furtado, ex-diretor da Biblioteca de Arte da Fundação Gulbenkian.
· A importância de não discriminar à base do
médium de publicação
- O estigma entre publicações nas redes sociais ou em jornais infames versus
jornais conceituados (New York Times);
- Apresentação do caso de Camões, que frequentou tabernas e meios palacianos.
· Observações sobre a contracapa
- A sua eficácia a encontrar um público comprador;
- A contracapa como poema;
- A legitimação do livro através dos elogios;
- A reutilização de elogios em várias obras.
· As vantagens de uma capa simples em relação
a uma capa excessivamente complexa
- Visualização de exemplos como Que se Passa com o Baum, de Woody
Allen (uma reconfiguração d’ “O Grito” de Munch) e Jurassic Park, de
Chip Kidd.
· A pertinência de causar uma boa impressão
no leitor
- O valor da capa e contracapa na captação da atenção do leitor;
- A
relevância de demonstrar bons padrões gráficos no início do livro.
· Reflexão sobre o nível de interferência do
editor no texto em torno das questões “Quem manda? Que direito a interferir?”
- Gordon Lish e a sua edição radical dos contos de Raymond Carver;
- A crucialidade de não interferir no texto com o ego em mente, mas como copiloto
do autor;
- A necessidade de ser frontal;
- O editor como advogado do leitor e autor;
- O editor como conselheiro, utilizando a sua capacidade de leitor para melhorar a obra.
· A designação de “editor” em Portugal
- Cobre várias funções distintas e por vezes contraditórias;
- Comparação
deste caso com a tradução de The Accused para Os Acusados, perdendo completamente a ambiguidade genial do seu título;
· 4.4. A alegria de censurar
- Os sensitivity readers e o seu apetite censório;
- O (possível) prazer censório do filho de Eça de
Queirós enquanto editor d’ A Cidade e as Serras.
·
A
falta de iniciativa para alterar o ritmo de publicação literária em Portugal
- A ironia da existência da Associação de Editores
e Livreiros.
Catarina Ricardo
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