Exercício 15
Acabou-se o tempo.
Exercício 16
Don’t make things up
Don’t give me that crap. Don’t make things up.
Don’t look me in the eyes. Just leave.
And spare me the eloquent speeches
and the goodbye farces. Don’t put up a scene.
Don’t say you’re sorry or that’s just
how life is sometimes: that everything fades away
and that the world and time heal every wound.
I repeat, my love: disappear.
And take whatever you want from
everything we once thought we’d share:
the books, the rosewood sculptures,
the records, the portraits, the pool table.
Don’t leave any addresses. Please:
I want you to fuck off, my love.
Exercício 17
Naquela noite, havia greve. Por este motivo, Jorge ia mais cedo para casa. No entanto, achou mais importante passar primeiro pelo café. Ia ver se Vanda lá estava. Se não estivesse, iria procurá-la depois noutro lugar.
Exercício 18
Cómico como o Paulo, a Maria, o Eduardo e a Carla, tão distraídos que estavam nas suas vidas, que nem davam conta da bomba nuclear de catorze quilos que um míssil trazia a caminho.
Exercício 19
Maria foi para casa, porque estava com vontade de se enfiar na cama. Não que fosse preguiçosa, o que acontece é que não apreciava passar mais tempo que o necessário nas ruas.
Exercício 20
Uma mosca sem valor
Pousa com a mesma alegria
Na careca de um doutor
Como em qualquer porcaria
Exercício 21
Mas há muitos que o são, sei
Conheço aquilo que são
Que eu que não pareço eu
Parecendo que um ladrão pareço
Exercício 22
- Eu quero um copo de água.
Eu quero um copo de água?
Eu quero um copo de água?!
Eu quero um copo de água; eu quero um copo de água!
Eu quero um copo de água…
«Eu quero um copo de água»
Eu quero um copo de água: eu quero um copo de água.
Eu quero um copo de água - eu quero um copo de água.
Eu quero um copo. De água.
Eu quero… um copo de água!