Achei este artigo interessante pois, para além de falar da queda da leitura e dos livros, sublinha que o estamos a fazer voluntariamente, e não como Ray Bradbury pensou que aconteceria em Fahrenheit 451 (forçosamente).
Também achei curioso que o consumo de audiolivros esteja a aumentar, embora não seja surpreendente, pois o “encurtamento” do tempo que se faz sentir leva a uma sobreposição de tarefas e consumos (e disto também sou culpada, lavo a louça a “ver” séries e trabalho a ouvir podcasts).
Contudo, o que Bradbury (e não só) escreveu mantém-se fiel ao afirmar que uma sociedade que não lê e que não formula pensamento crítico está mais suscetível a ser manipulada.
Deixo aqui o link para quem quiser ler.
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