Achei este artigo interessante pois, para além de falar da queda da leitura e dos livros, sublinha que o estamos a fazer voluntariamente, e não como Ray Bradbury pensou que aconteceria em Fahrenheit 451 (forçosamente).
Também achei curioso que o consumo de audiolivros esteja a aumentar, embora não seja surpreendente, pois o “encurtamento” do tempo que se faz sentir leva a uma sobreposição de tarefas e consumos (e disto também sou culpada, lavo a louça a “ver” séries e trabalho a ouvir podcasts).
Contudo, o que Bradbury (e não só) escreveu mantém-se fiel ao afirmar que uma sociedade que não lê e que não formula pensamento crítico está mais suscetível a ser manipulada.
Deixo aqui o link para quem quiser ler.
https://www.thefp.com/p/niall-ferguson-without-books-we-will-be-barbarians?r=5dj1m5&utm_source=google&utm_medium=paid-search&utm_campaign=dsa&utm_adgroup=all&utm_term=&utm_matchtype=&gad_source=1&gad_campaignid=22457634466&gbraid=0AAAAApHxamG7FxBDr5ON--Bp7-dj7BnxV&gclid=CjwKCAiA55rJBhByEiwAFkY1QHkmVfUYmNIcjJzPuUbZOZYdp5gD3BN4uxD9HbAy4ZqXCHAu9vs1aBoCsL4QAvD_BwE
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