Marés de Emoções (em bruto)
Não há canções em vão
Na beleza do mar reside a solidão
Que despertou em mim, o desejo de outrem (Filipa)
Cumplicidade que existe, além
Água, sal, marés que separam
Braços que antes abraçaram (Rita)
E se tocaram
Numa sinfonia de elementos que pairam no ar
E que não deixam esquecer aquele olhar (Raquel)
Na cumplicidade de um sorriso, afogar
Apaixonar, sufocar
Abraçados na sensualidade de uma fria maré (Lúcia)
Mas nem tudo o que parece, é
Pelo que perco nestas ondas a fé
De que tudo acontece por um motivo (Inês M.)
Terá um sentido
O desejo de um amor, de um sorriso
Que vejo em mim surgir (Catarina C.)
Daqui olho o horizonte tristonho
O futuro incerto é medonho
E, por isso, anseio sair de cena (Filipa)
Marés de Emoções (Editado)
Não há canções em vão,
Na beleza do mar reside a solidão,
Que despertou em mim, o desejo d’outrem.
Cumplicidade que vai além…
Água, sal, marés que separam
Braços que antes abraçaram.
A sinfonia de elementos no ar
Não deixa esquecer aquele olhar.
Na intimidade de um sorriso flagrante,
Emerge uma paixão sufocante
Que nos enrola na sensualidade de uma fria maré.
Mas nem tudo o que parece, é.
Nestas ondas perco a fé,
De que tudo consiste num motivo.
Fará sentido seguir,
O desejo de um amor? De um sorriso?
Que vejo em mim surgir.
Ermo olhar sobre o horizonte tristonho,
O destino incerto é medonho
E, por isso, anseio sair de cena.
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