sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

"Marés de Emoções", em bruto e editado


Marés de Emoções (em bruto)


Não há canções em vão

Na beleza do mar reside a solidão

Que despertou em mim, o desejo de outrem (Filipa)


Cumplicidade que existe, além

Água, sal, marés que separam

Braços que antes abraçaram (Rita)


E se tocaram

Numa sinfonia de elementos que pairam no ar

E que não deixam esquecer aquele olhar (Raquel)


Na cumplicidade de um sorriso, afogar

Apaixonar, sufocar

Abraçados na sensualidade de uma fria maré (Lúcia)


Mas nem tudo o que parece, é

Pelo que perco nestas ondas a fé

De que tudo acontece por um motivo (Inês M.)


Terá um sentido

O desejo de um amor, de um sorriso

Que vejo em mim surgir (Catarina C.)


Daqui olho o horizonte tristonho 

O futuro incerto é medonho

E, por isso, anseio sair de cena (Filipa)



Marés de Emoções (Editado)


Não há canções em vão,
Na beleza do mar reside a solidão,
Que despertou em mim, o desejo d’outrem.

Cumplicidade que vai além…
Água, sal, marés que separam
Braços que antes abraçaram.

A sinfonia de elementos no ar
Não deixa esquecer aquele olhar.
Na intimidade de um sorriso flagrante,
Emerge uma paixão sufocante
Que nos enrola na sensualidade de uma fria maré.

Mas nem tudo o que parece, é.
Nestas ondas perco a fé,
De que tudo consiste num motivo.

Fará sentido seguir,
O desejo de um amor? De um sorriso?
Que vejo em mim surgir.

Ermo olhar sobre o horizonte tristonho,
O destino incerto é medonho
E, por isso, anseio sair de cena.

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