'que desciviliza o próprio regime económico e do quadro de competição que vai sendo potenciado, e que consegue embrutecer qualquer um de nós, despertando-o para esses instintos ocultos: a cobiça, a violência, o ódio pelo outro, o relativismo moral… Somos assim confrontados com a precaridade dos valores contemporâneos, precisamente por uma função iminentemente anti cultural, ou seja, desumana nos preceitos que organizam o ambiente económico e tudo aquilo que se considera que promove o desenvolvimento e progresso das nossas sociedades. Vemos como a degradação dos valores se liga a uma regressão universal que atinge a esfera pública e social como uma infeção, expandindo-se em todos os sentidos, com uma perniciosa trauma punitiva (...)' i (05/03/2024, p.26)
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Exercício 15: história triste em três palavras
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