Exercício 17.
Naquela noite havia greve. Jorge ia mais cedo para
casa, mas achou importante passar primeiro pelo café. Queria ver se Vanda lá
estava. Se não estivesse, iria procurá-la depois. Noutro lugar.
Exercício 18.
Paulo ia para casa, Maria ao cinema; ao Eduardo não
lhe apetecia sair, e Carla tinha fome, mas o mais cómico é que nem davam conta de
que o míssil já vinha a caminho, armado com uma bomba nuclear – catorze quilos.
Exercício 19.
Maria foi para casa, tinha vontade de se enfiar na
cama. Não é que fosse preguiçosa, mas não desejava passar mais tempo nas ruas
da cidade.
Exercício 20.
Uma mosca sem valor
Pousa com a mesma alegria
Na cabeça de um doutor
Como em qualquer porcaria
Exercício 21.
Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que eu conheço
Que não parecendo o que são
São aquilo que eu pareço
Exercício 22.
Eu quero um copo de água.
Eu quero. Um copo de água.
Eu. Quero. Um copo de água.
Eu quero… um copo de água.
Eu… quero… um copo de água…
Eu… quero… um copo de água.
Eu… que…ro...um… co…po… de… á…gua…
Eu? Quero um copo de água.
Eu? Quero um copo de água?
Eu quero um copo de água!
Eu quero um copo de água?!
Eu quero um copo (de água).
Eu? Quero um copo de água.
Eu! Quero um copo de água!
Eu quero… um copo de água.
Eu quero um copo de… água.
Eu quero… um copo de água!
Eu! Quero! Um! Copo! De! água!
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